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12/11/08 - A Câmara votou e o município de M. Claros instituiu em 20 de novembro o feriado pelo dia da "consciência negra". O novo feriado é:

»Oportuno
»Inoportuno
»Causa prejuízo ao setor produtivo
»Causa desemprego
»É ótimo

» Ver resultados «



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(Seja objetivo e escreva no menor espaço possível. Se preferir, coloque seu e-mail; se desejar, coloque também endereço e telefone. As mensagens - preferencialmente de inspiração noticiosa - serão publicadas a critério da redação. Textos que ferem as leis serão sumariamente descartados, assim como mensagens agressivas ou que pretendam apenas criar polêmica e discussão estéril.Pede-se, com empenho, que as mensagens não sejam redigidas em letra de caixa-alta (letras maiúsculas), que em linguagem de internet equivalem a falar gritando)


Mensagem N° 40951
De: J. Santos Data: 21/11/2008 22:54:59
Cidade: M.Claros
Acabou de acontecer comigo: quem deixou para pagar suas contas hoje, dia 21, vencidas no feriado desta quinta-feira em M. Claros, nos caixas automáticos, não conseguiu fazê-lo. Programadas para registrar o pagamento somente até a data vencimento da fatura ou boleta, as máquinas não consideraram o feriado decretado em menos de 6% dos 5.564 municípios brasileiros. Restaram ao consumidor as opções de não pagar e fazê-lo com multas e juros depois, ou enfrentar as longas filas dos caixas físicos das agências bancárias, tumultuando ainda mais o movimento já complicado pela chuva. Essa foi mais uma conseqüência da data que não é reconhecida nem mesmo pela Justiça em Minas. Prejuízos para o comércio e problemas para o consumidor. A quem devemos responsabilizar pelo prejuízo, mais um???

Mensagem N° 40950
De: Pacheco Data: 21/11/2008 22:21:21
Cidade: M. Claros
Acabo de vir do campo, numa região próxima de M. Claros: estou encantado com o verde que rebrodou de um relvado que há 10 dias mostrava-se calcinado, crestado pela longa seca. Como num passe de mágica, o verde voltou exultante, bastaram as primeiras chuvas depois de 7, 8 meses. Hoje, choveu praticamente o dia inteiro em toda a região, chuvinha constante, molhadeira. Agora à noite, havia muito nevoeiro na estrada Moc-Bh, especialmene no trecho até Bocaiúva. Todo cuidado é pouco. Em outros tempos, haveria comedido princípio de festa no setor rural, onde a chuva era tudo, toda a redenção. Atualmente, não mais. Pior do que a seca são os bancos. Não adianta chover, pois os bancos levam tudo, até o milagre que faz o campo renascer.Temos os juros mais altos do planeta e a insensibilidade é crônica para a tocaia que faz do campo uma área de escombros. Lembro-me que Darcy Ribeiro, quando voltou do exílio, descrevia com brilho nos olhoscomo no seu tempo de menino era opulenta a produção rural na região de M. Claros.

Mensagem N° 40946
De: José Prates Data: 21/11/2008 17:30:46
Cidade: Rio de Janeiro - RJ
MONTES CLAROS DE AUGUSTO E RAPHAEL
José Prates
Augusto Vieira e Raphael Reys – prestem atenção na grafia – mostraram-me nas suas crônicas, que eu comecei a ler e não consegui parar nem para respirar, que a nossa Montes Claros ainda vive com toda sua beleza, seu romantismo e sua poesia; seu jeito brejeiro, sua inocência sertaneja trazida no modo simples de uma juventude que encarna a poesia da terra sem maldade. Quando li que no sábado, participou “de um almoço, que foi até o jantar, numa tenda do Parque de Exposições. O cardápio foi arroz com pequi e carne de sol,” o cheiro do pequei invadiu-me a mente e o gosto da carne de sol chegou-me à boca. O hábito não mudou, a cozinha é a mesma. Tive vontade de abrir o e-mail e fazer um pedido: dê-me um caroço de pequi, por favor. Há quanto tempo não vejo essa fruta e agora ela me vem à mente, saindo do almoço de Augusto. Tem mais: “Chico Ornelas editou um CD com músicas só do tempo deles.” Até isto é da nossa Montes Claros. Não sei se é filho ou neto do Chico Ornelas, meu colega na Central e companheiro de farra com rodada de cerveja no bar do Galo, perto da casa Ramos, enquanto as moiçolas desfilavam em “footing” na antiga Rua Quinze, sob os olhares compridos da rapaziada. Será que esse Chico Ornelas de hoje, poeta e romântico, é, também, “rádio técnico” como o outro?
Raphael Reys escreve: “Nove da matina e a alegria já tomava conta da entrada da capela do Colégio Imaculada. Parecia o dia do juízo final, o reencontro de montes-clarenses, muitos dos quais não se viam há quase cinqüenta anos” Colégio Imaculada! Abrigo escolar de uma juventude feminina que vinha de longe buscar ali a água que lhe matasse a sede do saber e lhe indicasse um caminho seguro na senda da vida. Esse lugar ainda existe vivo, palpitante e, talvez, as meninas que hoje ali estudam vindas, também, de longe, pensam e agem com a mesma poesia e têm o mesmo sonho que as outras tiveram. Mas, é do parlatório que me lembro bem. Quando eu ia a Montes Claros, era lá, na sala ampla com cadeiras de palhinha que nos encontrávamos, eu Dalma e Dalva, para um bate papo, contando as novidades de Janaúba. Numa coisa, Raphael tem razão: esse reencontro na porta da capela com aqueles sessentões ressuscitados no tempo, esperando outros ressuscitados que não viam há mais de meio século, devia parecer mesmo o dia do juízo final que embora fúnebre, deve ter sido romântico. . .
“Aí, Ornellas soltou os cachorros com uma inspirada seleção de rock e twist dos anos 60 e o salão fervilhou de pares dançando, como num “nigth club” da Broadway. Pegou com borra, e como pegou!” Pegou e apareceu nossa Montes Claros romântica e gostosa que, para nossa felicidade não foi engolida pelo capitalismo selvagem. Nessa oração está a cidade inocente, da juventude sem maldade, vivendo momentos de alegria que só a juventude sabe viver. São momentos que nos fazem reviver os bailes do Clube animados pela voz de Nivaldo Maciel acompanhado pela clarineta de Guedes e o violão de Sabu; Distante dali a tantos anos pensei que tudo isto tivesse acabado e existisse, apenas, em nossa lembrança. Acabou não. A cidade poética, alegre, festiva, ainda existe no corpo e na alma daqueles que não deixaram a juventude morrer e nem permitiram que enterrassem viva a Montes Claros criança de mini-saia desfilando na passarela do tempo e eu aqui assistindo e batendo palmas.

Mensagem N° 40939
De: Waldyr Senna Data: 21/11/2008
Cidade: Montes Claros
No país dos feriados

Waldyr Senna Batista

Nessa questão do feriado da última quinta-feira, que se referia à consciência negra, sucederam-se fatos que deixaram muita gente no mínimo em posição incômoda. A começar pela Câmara Municipal, que na terça-feira já protestava pelo fato de aprovar leis que não são cumpridas; e alegando que, no caso do feriado, não cabe a ninguém contestar na justiça ou fora dela, pois a lei foi legitimamente instituída, quando se sabe que o judiciário existe, entre outras coisas, exatamente para dirimir dúvidas quanto à validade das leis.
Nesse caso, por sinal, o judiciário foi o primeiro a desconhecer a lei do feriado, com suas repartições no fórum funcionando normalmente, ao que se informou cumprindo orientação do Tribunal de Justiça. Este, consultado, prejulgou, opinando que a lei da Câmara Municipal não vale, porque colide com diplomas legais de alçadas superiores.
As entidades que dizem representar o empresariado falharam clamorosamente. Primeiro, por não terem procurado entender-se com a Câmara quando tramitava o projeto de lei tipicamente eleitoreiro. Depois, diante do fato consumado, sugerindo medida paliativa, que seria utilizar um domingo do mês de novembro como o dia dedicado à consciência negra. Como isso já não era possível, optou por pagar em dobro os direitos dos empregados que trabalhassem no feriado – e festejou o acordo.
Essa acomodação negociada redundou em estranho meio-feriado, que nada mais era do que desobediência civil semi-oficializada, paga em dinheiro, e com a Câmara denunciando comportamento racista por parte dos que opinaram contra a lei. Os vereadores deram-se por satisfeitos por ter o feriado contado com a adesão da rede bancária e das escolas municipais. Quanto a estas, uma obviedade, já que a lei foi sancionada pelo prefeito-candidato, também sob inspiração eleitoreira, quando o mais correto seria tê-la vetado.
Os empresários têm agora,quando nada, o período de um ano para questionar na justiça a legalidade da lei. Vários especialistas já opinaram contrariamente à sua validade, mas falta pronunciamento dos tribunais.
Tem prevalecido o entendimento de que ao município cabe instituir quatro feriados, sendo um deles a sexta-feira da Paixão. Lei de 1965, sancionada pelo presidente Castello Branco, pôs fim à balbúrdia que predominava em todo o país, nesse campo, com feriados municipais sendo estabelecidos a propósito de tudo e de nada, por simples decreto e até mediante acordos informais das agências bancárias com empresas locais. Em Montes Claros, com base nessa lei, que sofreu modificações, foram estabelecidos os feriados do aniversário da cidade, de finados e de Corpus Christi, além da sexta-feira santa. Não caberia, portanto, o feriado dedicado à consciência negra, ou qualquer outro.
O que precisa ficar bem claro, especialmente para alguns vereadores, é que vigora no país o sistema capitalista, em que as coisas costumam ainda ser concebidas e decididas levando-se em conta o princípio do custo-benefício. O custo de um feriado é altíssimo, impondo sacrifícios à sociedade, principalmente com a paralisação das empresas, que têm salários a pagar, duplicatas a quitar e impostos a recolher, o que só se torna possível mediante o funcionamento normal da engrenagem. Com três feriados ( 2, 15 e 20 ), o mês de novembro passa a ser um “buraco negro” na economia local, ainda mais com a ameaça de crise que aí está.
Cabe reconhecer também que, via de regra, os feriados no Brasil têm se prestado mais ao lazer do que às comemorações cívicas ou às orações.O poder de mobilização das agências de turismo gerou a figura do “feriadão”, que alimenta a rede hoteleira e o esquema de transportes, fazendo com que o objetivo do feriado seja praticamente ignorado.
A propósito, no ano de 2009, no país dos feriados, haverá 15 datas comemorativas, sem contar as quatro municipais. Haja praia, porque disposição é o que existe de sobra.

Mensagem N° 40937
De: Flávio Maurício Data: 21/11/2008 10:20:21
Cidade: Januária - MG  País: Brasil
E-mail: flajovar@connect.com.br
E o tempo fechou em Januária: dia totalmente nublado, muitíssima umidade, chove um fria garoa invernada, e o januarense espera dias melhores. O Benjamim Guimarães que por aqui ecou seu canto já não está mais aqui... subiu para Pirapora.

Mensagem N° 40936
De: Mary Ann Data: 21/11/2008 10:17:29
Cidade: Montes Claros
Passei hoje cedo perto da Prefeitura e vi que o semáfaro está caído... o que aconteceu? Alguma batida violenta?

Mensagem N° 40933
De: ELTON Data: 21/11/2008 09:53:33
Cidade: M CLAROS MG
Socorri um motociclista na Av. Mestra Fininha no dia 19/11/2008 pela manhã,já que o causador do acidente não o fez e gostaria de saber notícias dele que me parecia não estar muito bem, o samu o levou para o hospital.

Mensagem N° 40930
De: Geraldo Lopes Data: 21/11/2008 08:14:22
Cidade: Montes Claros MG
E-mail: glopes@hotmail.com
Realmente o nosso país, e a nossa cidade é uma bagunça só.Como criar mais um feriado em pleno final de ano, onde o comercio deve é funcionar por mais tempo para aproveitar as vendas, que crescem nessa época.Que "feriado" inoportuno!!! Os bancos fecham,o comércio abre ( só que não vende ), o cartório funciona, os botecos também, o fórum abre, e por aí vai. Isso faz aumentar mais ainda a falta de confiança nestes ... ... nestes. Nem é bom falar. (...)

Mensagem N° 40922
De: Jornal Estado de Minas Data: 20/11/2008 13:31:42
Cidade: BH
Vereador é condenado por abuso sexual no Norte de Minas
Thiago Ventura - Portal Uai
Um vereador foi condenado a sete anos de prisão pelo estupro de uma adolescente em Lagoa dos Patos, no Norte de Minas. O crime aconteceu em maio de 2000. Segundo os autos do processo, Éder Marconi Soares (PT) teria oferecido bebidas a uma adolescente de 17 anos e em seguida, mantido relações sexuais com ela.
O ato foi registrado em vídeo, usado como prova do crime. O Ministério Público Estadual também denunciou o prefeito reeleito de Pirapora, Wamillon Fonseca Braga (DEM), que na época era prefeito de Lagoa dos Patos e dono da casa onde aconteceu o estupro.
O vereador foi condenado em primeira instância. No último 12 de novembro, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMG) manteve a sentença, por cinco votos zero. O mandado de prisão será expedido somente após o trânsito em julgado da decisão. O vereador terá também suspensos seus direitos políticos.
O prefeito e uma terceira pessoa que estaria na casa foram inocentados. No entendimento dos magistrados, não existem provas que incriminem diretamente os suspeitos.
Na sua defesa, o Éder Marconi argumentou que o processo deveria ser considerado nulo, por se basear em prova ilícita (filmagem). O desembargador relator, Eli Lucas de Mendonça, considerou, contudo, que filmagem feita com consentimento não é considerada prova ilícita, e, de acordo com perícia feita na fita que gravou a conduta criminosa, “durante o ato sexual, o próprio denunciado sorria (...) e gesticulava em direção à filmadora”, o que mostra que ele sabia que estava sendo filmado.
O vereador também declarou não saber que a jovem tivesse 17 anos e alegou que ela consentiu na realização do ato sexual. Mas o desembargador acolheu a versão da vítima. A jovem estava em um bar, quando o vereador lhe ofereceu uma bebida misturada com vodka, que a fez passar mal e ficar inconsciente. A adolescente disse que lembrou-se apenas que foi levada para a casa onde aconteceu o crime. O magistrado concluiu, pelas imagens do vídeo que a jovem dava “demonstrações de apatia, aparentando estar sob efeito de substância alcoólica ou entorpecente”.
Nas eleições de outubro, Éder Marconi, conhecido com Éder da Farmácia, teve 91 votos e não foi reeleito. O político é o primeiro suplente da coligação PT-PTB. Em 2004 ele teve 130 votos e foi reeleito pelo PSDB. Na época do crime, Éder foi eleito pelo PPB com 97 votos.
A defesa do vereador afirmou que vai recorrer da sentença assim que o Tribunal de Justiça abrir o prazo legal. Segundo o advogado Jucélio Garcia de Oliveira, a defesa deve sustentar que a jovem não acenou que tinha menos de 18 anos. “Ela não era menor impúbere. Vamos analisar qual será o argumento para defesa. A decisão foi um pouco pesada”, diz.

Mensagem N° 40921
De: Cristiano Data: 20/11/2008 13:10:05
Cidade: M.Claros
Estou trabalhando no "feriado". Em tempos de tempestade é impossível fechar os olhos e ignorar os filhos. Além do mais, preciso pagar os impostos que nos serão cobrados pelos mesmos que agora nos impedem de trabalhar. Espancam o burro da carroça para o burro andar e simultaneamente armam uma barreira para que ele não ande... È novamente a nossa realidade, nua e crua. Ah, senhores políticos de (....)

Mensagem N° 40918
De: Elvira Data: 20/11/2008 12:13:42
Cidade: M.Claros
(...) numa rápida passagem pelo centro, pude observar quão perdida está a população. Antes de lá chegar, perguntei a alguns, que não souberam definir se o comércio estaria funcionando ou não. Chegando, vi funcionários com cara de poucos amigos, outros com olhar distante, como quem pergunta:"o que estou fazendo aqui?". Loterias, lojas de roupas(algumas), papelarias, lanchonetes, farmácias, funcionando. Lojas de telefonia, bancos e outras, fechadas. Avistei um funcionário da Copasa, andando bem próximo à empresa, munido de crachá, o que me leva a pensar que o funcionamento interno continua, apesar de não funcionar para atender a população. Supermercados do centro, cheios. Supermercados dos bairros, fechados. Vi escola estadual repleta de alunos, e particular, fechada. É estranho circular pela cidade, com essa indefinição. Afinal, é feriado ou não? A maioria da população, pelo que pude observar, segue descontente. De minha parte, gostaria de ver tudo normal, sem o desgaste de me dirigir a um local e dar com a "porta na cara".

Mensagem N° 40916
De: IVANN SIQUEIRA Data: 20/11/2008 11:40:09
Cidade: MONTES CLAROS-MG  País: BRASIL
E-mail: ivann.siqueira@bol.com.br
mais uma vez a população de moc, diz não aos caprichos dos politicosé não adere a este inusitado feriado, acabei de chegar do centro e o que vi foi todo o comercio aberto, inclusive os vendedores ambulantes, percebo que este feriado foi feito somente para a classe politica, haja vista que a dona prefeitura não esta com suas portas abertas e com certeza a nobre pessoa que inventou um feriado na sexta maior cidade de minas gerais, deve estar em outro estado ou quem sabe pais curtindo o seu feriado, enquanto a população local está trabalhando feito condenados, ou será que voltamos a escravidão devido a este dia??(...)

Mensagem N° 40915
De: thaisa Data: 20/11/2008 11:02:18
Cidade: montes claros/mg
E-mail: thaisarb@yahoo.com.br
Há dois anos, optei em abandonar BH, em busca de segurança e qualidade de vida.Tamanha a minha surpresa, ao observar que a falta de segurança pública em Montes Claros, não deixa a desejar as grandes capitais.Moro no bairro vila santa maria, e hoje só me desloco dentro do bairro acompanhada ou de carro.Fui assaltada por duas vezes, e são recorrentes as histórias de pedestres que são interceptados por motoqueiros, muitas vezes armados.Após chamada, é rápida a presença da polícia, para registro da ocorrência, e busca das características pessoais do assaltante. Será mesmo, que a polícia não consegue ter atitudes preventivas?Se faz necessária a presença constante dos mesmos,na tentativa de coibir esta atitude e nos devolver a tranquilidade e segurança esperada por todos.Gostaria de lembrar que este bairro faz a união de duas grande avenidas Mestra Fininha e Cula Mangabeira, e que o trânsito por ele não é apenas de moradores, mas da população em geral, em direção ao seu trabalho, ou jovens estudades das instituições localizadas nas imediações.A população clama por segurança.

Mensagem N° 40914
De: Márcia Data: 20/11/2008 10:45:39
Cidade: M.Claros
Previsão do tempo para Montes Claros, quentinha, saída agora do forno: chuva.Seis milímetros nesta quinta, 15mm sexta, 35mm sábado, 16mm domingo, 13mm, segunda-feira. Ventos hoje de 19km, 16 amanhã, 17 sábado e 9 domingo. Temperaturas de 12 e 25 graus hoje; a partir de amanhã, temperaturas entre 12 e 21 graus; entre 11 e 19 graus, sábado; entre 13 e 22 graus, domingo. Esquenta segunda-feira - entre 13 e 23; entre 16 e 29, terça.

Mensagem N° 40912
De: Waldomiro Data: 20/11/2008 10:33:19
Cidade: BH
Acabei de fazer isto: li, uma por uma, pausadamente, as notícias mais lidas deste noticiário. São as vinte notícias mais lidas dos últimos dias, selecionadas pela leitura, claro, dos leitores. Li atenciosamene cada uma e tive uma idéia da nossa realidade. Os fatos dizem por si, não precisam mais de interpretação. (...)

Mensagem N° 40910
De: Fazano Data: 20/11/2008 10:06:14
Cidade: São Paulo/SP
A bolsa do Japão teve queda de quase 7 por cento nesta madrugada e o dólar superou os 2,40 reais. È mais um grave lance da tempestade mundial que varre o planeta, descendo do mundo financeiro para a economia real numa velocidade que impressiona. Enquanto isto, na cidade de M. Claros, em Minas Gerais, a economia já eternamente débil se perde no meio de um feriado (e a discussão não é pelo motivo do feriado). Numa metáfora,é mais ou menos como se inventar um sesta (hora em que se descansa ou dorme após o almoço)durante um intenso terremoto de proporção jamais imaginadas. As cicatrizes econômicas vão ficar. Os políticos, mais uma vez, não perderam oportunidade de se auto-desgastar, demonstrando despreparo, irresponsabilidade, arrivismo. No futuro não muito distante, quando o bom senso se restaurar, vão encontrar na história da cidade mais esta mancha do azeite da insensatez - com as impressões digitais do solene descompromisso. A economia da cidade perde competitividade em relação às outras cidades do seu porte e também em relação aos vizinhos com vocação semelhante.

Mensagem N° 40909
De: Evaldo Data: 20/11/2008 08:26:34
Cidade: Montes Claros-MG
O feriado do dia 20 de novembro, virou lei so para os empresarios que serao punidos se nao acatar a lei, os orgaos Publicos ex.forum, cartorios e escolas publicas estaduais nao acataram a lei porque estao acima do mando dos veriadores, Salve-se quem puder, existe alguma coisa errada no nosso pais.

Mensagem N° 40907
De: Augusto Vieira Data: 19/11/2008 21:14:27
Cidade: Belo Horizonte
ESSES MARAVILHOSOS SESSENTÕES DE MINHA ALDEIA

Fui, vi e gostei. Valeu a pena conviver com essa geração tão bacana. Viajei, dirigindo meu carro, na quarta-feira, 12 de novembro, tendo como passageiros Tininho e Picolino. Já imaginaram o que foi essa travessia? Papos geniais: geografia, música, política, piadas, filosofia, “causos” e mil outras coisas. O pior é que os sacanas paravam toda hora para tomar uma e eu babava de inveja, submetido que estava ao império da Lei Seca. Quando descíamos a serra e avistamos MOC caiu o maior toró. Esfriou de vez. Tininho comentou:
— Bala, acho melhor a gente voltar pra Belo Horizonte, porque esse lugar aqui é muito frio e chove demais. Nós não trouxemos agasalhos.
E eu ainda tinha que ir à posse de meu caro novo amigo Petrônio Braz, na Academia Montes-Clarense de Letras. Quase cheguei atrasado.
Na sexta-feira, 14, encontrei vários sessentões, desta vez no Esquema, para um arroz com pequi e carne de sol. No auge da noitada eis que chega Joe Cachorro Doido, de Uberlândia. Vai logo pedindo uma cerveja. O garçom, rapazinho inexperiente, atarefadíssimo, pediu um tempo para anotar. Entrei de estalo:
— Que anotar porra nenhuma, rapaz. O que você tem que guardar é que no dia 14 de novembro de 2008 teve a honra de servir uma cerveja a Joe Cachorro Doido. Cê num sabe o quanto isso abrilhantará seu currículo.
O jovem, sem entender nada, foi logo buscar uma Original, bem geladinha. E sem anotar.
No sábado, participei de um almoço, que foi até o jantar, numa tenda do Parque de Exposições. O cardápio foi arroz com pequi e carne de sol. Alvenaria!!! Como comemos! O majestoso recinto, coalhado de gente boa, que habita ou não nossa aldeia, teve como tônica o calor humano. Fiquei, com Haroldinho, na mesa de Ernesto Costa. Cabaré (Haroldo Tourinho Filho) revelou-se grande mestre de cerimônias, acompanhado por dois geniais músicos da família Queiroz (Juquita e Ruizão), primos de Nenzão, o incansável organizador de tudo. Chico Ornelas editou um CD só de músicas da época da juventude deles. Mal começou a tocar, todos foram para a pista de dança, onde balançaram os corpos tutifrutemente, rockroladamente, chachachazmente e avassaladoramente. Os caras não perderam o pique, minha gente! Certamente algumas dores viriam, mas a performance deles, naqueles momentos, foi impressionante. Pareciam rapazinhos e moçoilas celebrando a vida.
No domingo não pude participar das comemorações no Automóvel Clube, mas quero agradecer, de coração, a minha querida Ruth Tupynambá, a madrinha do Encontro, a referência feita a mim, nas belíssimas palavras que proferiu, já publicadas no Mural. Quero agradecer também a Nenzão o presente que me deu: uma garrafa da antiga pinga produzida por seu saudoso mano João Reduzido. Já está bem guardadinha para ser saboreada em gotas.
Valeu Nenzão! Valeu turma boa! Que vocês caminhem, felizes, para o encontro dos setentões. O velho Bala espera ser novamente convidado.

Mensagem N° 40906
De: Raphael Reys Data: 19/11/2008 20:36:50
Cidade: Moc - Mg  País: Br
E-mail: raphaelreysmoc@yahoo.com.br
Festa dos sessentões

19/11/2008 - 11h23m

Nove da matina e a alegria já tomava conta da entrada da capela do Colégio Imaculada. Parecia o dia do juízo final, o reencontro de montes-clarenses, muitos dos quais não se viam há quase cinqüenta anos. O acontecimento foi tão festivo que as religiosas tiveram trabalho para conduzir os aniversariantes e convidados para os bancos, dando início à missa.

O padre Antonio Avilmar demonstrando vasta cultura doutrinária e oratória brilhantes, aliada à sua notável verve, ressaltou a emoção desse maravilhoso encontro.

Terminado o sermão, o reverendo intelectual foi aplaudido demoradamente e de pé. Paulo Henrique conduziu a cerimônia, Terezinha Jardim emprestou a sua linda voz e a escritora Ruth Tupinambá, do alto dos seus 93 anos, abrilhantaram a festa.

Virgínia de Paula e a jornalista Márcia Yellow, cuidaram das credenciais.

Quatorze horas e o salão de eventos do Parque João Alencar Ataíde, decorado pela equipe de Marilúcia Pimenta nos recebeu. Aí, a cobra fumou! Iniciamos, saboreando comida de boteco, regada a deliciosos drinques e muita cana. Deu até a Doidinha de João Barrigudo e o escritor Augusto Vieira Neto, o nosso muito querido Bala Doce, surgiu abraçado a uma garrafa de pinga que ganhou de presente da família Maurício.

Nenzão Maurício, Piculino e o cineasta Paulo Henrique foram impecáveis mestres de cerimônia e ótimos organizadores. A pista de dança esteve sob a coordenação da equipe do notável Chico Ornellas. Como o tempo estava chuvoso e abafado, os grandes ventiladores espargiam gotas dágua em cima da galera. Novamente reencontros, abraços e muitas lágrimas. Velhos amigos, velhos amores, corações disparados, novamente...

Muita pose para as fotos que serão eternas lembranças. Grupos se formavam, se dissolviam e formavam outros. Emoções, vibrações, porre de gole! Nenzão apresentou todo mundo a todos e cada um falou bonito. Aí, Ornellas soltou os cachorros com uma inspirada seleção de rock e twist dos anos 60 e o salão fervilhou de pares dançando, como num “nigth club” da Broadway. Pegou com borra, e como pegou!

Pequenos ciúmes de alguns cônjuges aconteceram em razão de antigos pares, protagonistas de velhos amores (todos eternos enquanto duraram...) que se abraçavam saudosos e, agora, apenas fraternalmente... Haroldo Cabaré e Paulo Henrique cantaram bossa nova, incendiando corações. Arrasaram! Aí, chegou à hora do tango e, na pista, passionais milongueiros de ontem, brilharam... Corpos que se buscavam em fortes amplexos, muitas efusões na confusão das emoções que buscavam, inconscientemente, quem sabe antigas libidos...

E para não dizer que não falei de flores, no calor do gole houve quem ameaçasse fazer um “strip tease”, que ficou só na ameaça, apesar da grande expectativa! Bem que havia um desfile de lindas e conservadas sessentonas, de dar água na boca...

Duas grandes turmas vieram. Os Biondi de Salvador e os Maurícios de Brasília-DF.

A noite era de festa e prevaleceu a fraternidade e a alegria. Aí, tome música de boate e a pista virou um delírio de emoções. Os notáveis Genival Tourinho e o editor do Hoje em Dia, o jornalista Carlos Linderberg elevaram o nível da festa, com palavras bem colocadas, numa alegria crescente, com muitas gargalhadas.

Foram agendadas novas comemorações, convites de aniversários e, desde já, a grande festa dos sessentões no ano 2018. Quem viver, verá! A emoção tomou conta dos presentes e alguns não resistiram e choraram de felicidade nesse desfile das recordações. Geraldo Carne Preta derramou copiosas lágrimas, revendo os amigos de infância, hoje famosos.

O hilário dos reencontros e das despedidas foram devida e demoradamente fotografados e filmados. O arquiteto Cascão, como sempre, botou fogo nos que estavam chorando incentivando-os a chorarem mais ainda. Carlos Lindenberg rolou de tanto rir e clicou tudo para a posteridade.

Foi uma linda festa, inesquecível!

Mensagem N° 40905
De: Anesita Data: 19/11/2008 20:34:39
Cidade: LAGOA DOS PATOS  País: BRASIL
Infelizmente minha cidade está sendo notícia negativa nos jornais. Nossos políticos não se contentam apenas em governar mal a coisa pública e obter vantagem pessoal. vão além, apostando na impunidade e minimizando a simplicidade das pessoas. O caso do estupro somente foi avante por influência da imprensa que divulgou no antigo programa do Ratinho as gravações. Depois deisto a imprensa regional passou a cobrar providências e a Justiça agiu rápido. é uma demonstração de que Imprensa, Ministério Público e Justiça devem estar sempre juntos para garantir ao cidadão o que ele mais deseja: Justiça.

Mensagem N° 40898
De: Tribunal de Justiça de Minas Gerais Data: 19/11/2008 17:20:16
Cidade: Belo Horizonte
19/11/2008 - Vereador é condenado por estupro
A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenou um vereador do Município de Lagoa dos Patos, no Norte de Minas, a sete anos de prisão pelo estupro de uma adolescente de 17 anos.
Segundo a denúncia do Ministério Público estadual, em uma noite de maio do ano 2000, o vereador E.M.S. deu bebidas alcoólicas à jovem, e, aproveitando-se do fato de que a adolescente não conseguia oferecer resistência, teve relações sexuais com ela. Os acontecimentos foram gravados em vídeo. Inicialmente, o MP denunciou apenas o vereador, mas depois adicionou à denúncia o então prefeito de Pirapora W.F.B., dono da residência onde se deram os fatos.
Em sua defesa, o vereador argumentou que o processo deveria ser considerado nulo, por se basear em prova ilícita (filmagem). O desembargador relator, Eli Lucas de Menonça, considerou, contudo, que filmagem feita com consentimento não é considerada prova ilícita, e, de acordo com perícia feita na fita que gravou a conduta criminosa, “durante o ato sexual, o próprio denunciado sorria (...) e gesticulava em direção à filmadora”, o que mostra que ele sabia que estava sendo filmado.
E.M.S. também afirmou desconhecer que a jovem tivesse 17 anos e alegou que ela estava lúcida e consentiu a realização do ato sexual. No entanto, o magistrado avaliou o depoimento da própria vítima, a qual contou que, quando estava em um bar, o vereador lhe ofereceu uma bebida misturada com vodka, que a fez passar mal e ficar inconsciente. A jovem disse lembrar-se de ter sido levada para a casa onde foi gravada a fita, mas não saber se E. lhe perguntou se queria manter com ele relações sexuais, pois sentia-se tão mal que não conseguia falar. Além disso, o desembargador analisou a perícia técnica que concluiu, pelas imagens, que a jovem dava “demonstrações de apatia, aparentando estar sob efeito de substância alcoólica ou entorpecente”.
O desembargador Eli Lucas ponderou não haver provas para condenar o então prefeito de Pirapora, o qual apenas emprestou sua casa para o vereador, não podendo responder pelos atos deste. “Não há nos autos qualquer prova que indique o conhecimento por parte de W. de que seu amigo doparia uma adolescente com inúmeras doses de bebidas alcoólicas, contra sua vontade, para ter com ela relações sexuais”, escreveu, em seu voto, o relator.
Assim, os desembargadores Eli Lucas de Mendonça (relator), Ediwal José de Morais (revisor), Walter Pinto da Rocha, Renato Martins Jacob e Delmival de Almeida Campos condenaram E.M.S. a sete anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, negada a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos. O mandado de prisão será expedido somente após o trânsito em julgado da decisão. O vereador terá também suspensos seus direitos políticos.
Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom
TJMG - Unidade Francisco Sales
(31) 3289-2520
imprensa.ufs@tjmg.gov.br

Mensagem N° 40897
De: Geraldo de Jesus Data: 19/11/2008 16:58:25
Cidade: Montes Claros
Sou comerciante, da rua cel. Antônio dos Anjos, centro de Montes Claros, e digo: em meio a essa confusão, se feriado ou não,resolvi não abir o estabelecimento, amanhã,pra evitar prejuízo.Em plena época de natal, quando mais poderíamos trabalhar e vender, precisamos fechar as portas, por não termos condições de arcar com o ônus de pagar dobrado aos funcionários. Sugiro aos vereadores, criadores da lei, que arquem com as despesas, já que apesar de pouco trabalharem, o salário é bem maior do que o de qualquer outro trabalhador que tenta ganhar a vida honestamente. Estou indignada com a postura desses "nossos representantes"!

Mensagem N° 40895
De: Waldeir Dutra Data: 19/11/2008 16:34:41
Cidade: M. Claros
Gerente de uma grande rede em M. Claros, com várias lojas, admitiu hoje que o comércio da cidade já sentiu "sensivelmente" a crise que abala os principais mercados do mundo. Há, sim, retração nas vendas, nas vésperas do Natal, melhor período do ano. Isto resultará em desemprego, jà à vista. Para complicar as coisas, os excelentíssimos senhores vereadores votaram uma lei e a prefeitura sancionou criando um feriado pelo dia da "consciência negra". O comércio está dividido: alguns querem amargar o prejuízo, funcionando; outros querem enfrentar o prejuízo inevitável, fechando. O prejuízo, dos dois lados, é certo que haverá. O Fórum e os cartórios vão funcionar, os bancos ainda não sabem o que fazer, a população está perdida no meio, e os políticos apenas eles têm a certeza de que, aconteça o que acontecer, haja o prejuízo que houver, receberão seus salários limpinhos no fim do mês - algo em torno dos 20 mil reais por vereador, com os penduricalhos todos que criam para si mesmos. Um feriado, ainda mais metido numa balbúrdia enorme, sai caro e o resultado mais visível é uma enxurrada de desempregos que no fim criará (...) Amanhã será um dia daqueles, por obra e graça dos políticos, que não têm a menor idéia do que é fechar, numa quinta-feira, serviços médicos, serviços laboratoriais, bancos, comércio, indústria, etc. etc. O prejuízo é grande, e fatalmente trará sua conta, menos para os políticos e seus gordos ganhos. (...) O comércio já está veiculando nos meios de comunicação de massa o aviso de que abrirá nesta quinta-feira.

Mensagem N° 40894
De: Vinícius Dias Oliveira Data: 19/11/2008 16:33:41
Cidade: Montes Claros
É uma inverdade a notícia divulgada pela Fundação Educacional Montes Claros, enfrentamos sim problemas com a comunidade cidade Cristo Rei (mais conhecida como Feijão Semeado), "não adianta tapar o sol com a peneira". Sou aluno da Escola Técnica e já fui estudante do colégio Delta,e fui assaltado por duas vezes próximo à fundação, uma vez roubaram minha bicicleta e outra vez meu celular, outros colegas meus também já foram roubados próximo à escola.Tênis, bonés, celulares e até roupas já foram furtados.Os meliantes, que muitas vezes frequentam os projetos desenvolvidos pela Escola (Juventude cidadã), esperam nós, alunos, saírmos da Escola e nos perseguem até efetuar o assalto.Tanto eu, quanto os outros alunos e os professores estão aterrorizados com o caos que aquele local está se tornando. É uma pena ver uma fundação de renome nacional imergida no meio de um lugar perigosíssimo, não são raras as vezes que nos deparamos com assassinatos na favela. Resta a prefeitura, juntamente com a polícia, atuar com maior rigorosidade no local, pois esse é repleto de estudantes e pessoas de bem.

Mensagem N° 40889
De: Fernando lopes Data: 19/11/2008 14:41:31
Cidade: São Paulo - Capital
Leio que ocorreu mais um assassinato praticado pelo garupa de motoqueiro.Aquí em São Paulo, a polícia sempre faz bloqueios, e param todos os motoqueiros que estão carregando garupa.Acho que em Montes Claros, uma cidade infinitamente menor,e lógico com um número de vias relativamente pequeno para se fiscalizar, esse procedimento policial deveria fazer parte da rotina das autoridades.Tenho certeza de que muitas vidas seriam poupadas.

Mensagem N° 40875
De: PM Data: 19/11/2008 09:43:49
Cidade: Montes Claros
(...) BO 61.210/08: Às 15h15min de ontem, 18/11, a polícia militar foi acionada a comparecer a Rua General Carneiro c/ Rua João Souto, B. Centro, para atendimento de ocorrência de homicídio. Conforme relato da testemunha, esta deparou com a vitima Reinilson Antunes dos Santos, 29 anos, autônomo, e outra pessoa que estava com ele e a qual não conhece. A vitima lhe ofereceu uma carona em seu veiculo GM/CORSA WIND, vermelho, GQB-6270, quando transitava pela rua General Carneiro, Centro, ao atingirem o cruzamento com a rua Bocaiúva, foram interceptados por uma motocicleta com dois ocupantes, tendo um deles efetuados diversos disparos de arma de fogo em direção do veiculo, vindo a alvejar a vitima com dois disparos, sendo um no braço esquerdo e outro nas costas transfixando a parte lombar, causando-lhe seu óbito no local. A perícia técnica compareceu ao local, realizou os trabalhos de praxe, recolheu celular motorolla V3, Black com chip, sendo restituído à esposa da vitima, os seguintes objetos pertencentes a vitima: um relógio, marca technos; uma aliança, semelhante a ouro e R$1.162,20 em dinheiro e liberou o corpo para ser conduzido ao IML. O veiculo foi apreendido e conduzido ao pátio, com o vidro da porta lado esquerdo (motorista) quebrado, 06 perfurações na lataria provocados pelos disparos de arma de fogo. Após averiguações foi apreendida na residência da testemunha, uma motocicleta Honda/CG 150 Titan KS, HCB-2231, de propriedade da vitima e 04 CRLV de veículos exercício 2007. No local também foram apreendidos também dois celulares, sendo um LG da testemunha e outro Nokia. No local do crime foram apreendidos 09 cápsulas deflagradas Cal.9mm, sendo entregues na delegacia de polícia. (...)

BO 61.299/08: Na 1ª hora de hoje, 19/11, a guarnição policial comandada pelo Cb Sandro, foi acionada a comparecer à Av. Governador Magalhães Pinto, bairro Jardim Primavera, onde a testemunha Alexandre Figueiroa Alencar do Vale, 34 anos, serviço gerais, informou que a vitima, um individuo de cor morena escura, com idade aparente de 30 a 40 anos, com aproximadamente 1.65 cm de altura, trajando calça jeans e duas camisetas, (sendo uma branca e outra preta), guiava um animal (Cavalo) de cor marrom, quando foi atropelado pelo veiculo Fiat/Uno que transitava na citada avenida, sentido Clube do Max-Mim. Com o impacto a vitima e o animal caíram sob a pista de rolamento, momento em que o ônibus, que transitava à retaguarda do veiculo Fiat/Uno, arrastou os dois pela pista, sendo a vitima por aproximadamente 50 metros e o animal por aproximadamente 150 metros. A vitima e o animal ficaram esmagados. A equipe do SAMU compareceu ao local, tendo sido constatando o óbito da vitima. A Perícia compareceu ao local, realizou os trabalhos de praxe e liberou o corpo da vitima para o IML. Os veículos envolvidos no acidente evadiram do local, não sendo localizados. (...)

Mensagem N° 40874
De: Wanderlino Arruda Data: 19/11/2008 09:25:05
Cidade: Montes Claros
A VOZ GOSTOSA DE EDITE PIAF
Wanderlino Arruda
É preciso saber descobrir sempre o lado gostoso e nobre de cada momento de nossa vida. Buscar a felicidade é uma obrigação e a própria busca deve ser um motivo de ser feliz. É o que acontece comigo todas as vezes que entro no foyer do Teatro Nacional de Brasília, que desço a rampa aveludada e bonita e vejo aquela majestade de auditório, aquele conjunto monumental que só Niemeyer poderia imaginar e realizar. Ir ao Teatro Nacional de Brasília me oferece um gratificante prazer, um bom motivo de alegria. Foi assim a sensação que tive quando Dagmar, Anderson e eu tomamos o primeiro contato com a nossa turma, antes e durante a apresentação de Bibi Ferreira, na peça Piaf, um sonho de interpretação. Foi assim quando nos sentamos, bem em frente, ao palco, num bom grupo composto por lasbek, Riza, Carlos Hetch, e Carmen, vendo do outro lado bons colegas de trabalho, tendo como destaque em mais de meio auditório o charme de Ângela Momm. Curioso que tenha prevalecido em grande parte a cor vermelha, um vermelho forte, vivo, flamejante. Entre nós, e muito feliz, de vestido, bolsa e sapatos vermelhos, a Ivone. Íria, mais feliz ainda, com um rosa-choque que, à luz da noite, ninguém diria que não era vermelho. Valquíria, Daniel, Eduardo, Roberto, Cardenas, todos de camisas vermelhas. O Carlos, não sei se menos ou mais, também com vários detalhes de vermelho. Quando acende a iluminação do palco, o fundo espoca em vermelhidão intensa, vivíssima como um campo de luta, formando conjunto com o foco avermelhado que iluminou Bibi durante todo o tempo.
Em contraste, como num romance francês, o negro das roupas do luxo e da pobreza que, de início, apavoram a consciência e a visão do espectador. Para compor, de nosso lado, a negritude da camisa do muito mineiro Moacir. De lá e de cá sempre o negro e o vermelho. A voz de Bibi Ferreira, a presença, os gestos, o pessimismo, o lado difícil da vida que ela faz explodir a todo instante, o minúsculo físico sem nenhum traço de beleza, tudo marca a alma de Edite Piaf. É Piaf purinha com a visão de contemporaneidade, é realmente como se estivéssemos em presença dela. Aliás, mais do que isso: as duas se parecem - quase uma mesma pessoa - todas duas famosas, marcadas visivelmente pela muita idade, com desgaste que a própria vida artística impõe e provoca. A voz, a principio, miudinha, pedindo desculpas por existir, de repente enche e preenche o ambiente e vai tomando volume, ganhando corpo, envolvendo, límpida, num crescendo admirável como se representasse toda a força da sonoridade da eterna França. É como se estivesse no espírito dos cabarés de Paris, no Olímpia, o máximo da glória de toda a arte, muito mais do que o Carnegie Hall ou qualquer outro teatro do mundo, inclusive o Nacional de Brasília, em que estamos presentes. Ouço e vejo Piaf e me transporto numa doce saudade para as ruas parisienses, as praças, os monumentos, os boulevards, os museus. Sinto no acordeom, na harmonia do fundo musical, e atmosfera de cultura, do gosto de sensibilidade que os franceses sabem cu